Feliz Natal!
Um feliz natal a todos e boas festas!
Compromisso com o entretenimento.
Postado por
Tiago
às
06:48
0
comentários
Marcadores: Humor, Mulheres Bonitas, Opinião, Texto
Postado por
Tiago
às
11:39
1 comentários
Marcadores: Acho que estou apaixonado, Música, Vídeos
Postado por
Tiago
às
01:10
0
comentários
Marcadores: Massive Atack, Música, Teardrop, Vídeos
Uma montagem bem bacana de um dos clássicos do Led.
Postado por
Tiago
às
17:06
0
comentários
Marcadores: Led Zeppelin, Música, Vídeos
Postado por
Tiago
às
14:22
0
comentários
Marcadores: Música, Opeth, Porquê eu sempre volto para as mesmas bandas?
Postado por
Tiago
às
02:30
0
comentários
Postado por
Tiago
às
23:31
0
comentários
Marcadores: Flávia Muniz, Música, Os Noturnos, Sisters of Mercy, Temple of Love, Vampiros
Postado por
Tiago
às
18:46
1 comentários
Marcadores: Lamb of God, Metal, Música, Porquê eu sempre volto para as mesmas bandas?
Postado por
Tiago
às
18:12
0
comentários
Postado por
Tiago
às
17:12
0
comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, The Midnight Meat Train
Postado por
Tiago
às
17:04
0
comentários
Uma obra magnífica. Talvez uma das mais míticas e misteriosas. A primeira guerra, onde os sons característicos são substituidos pela trilha sonora é uma pintura. As interpretações exageradas só fazem nos transportar mais ainda pra esse mundo que Akira Kurosawa criou que não é nem Japão, nem Inglaterra (RAN é baseado na obra Rei Lear de Shakespeare), nem sequer faz parte da Terra. Um mundo mítico de uma dimensão paralela, onde a maldição de uma órfã é mais poderosa que o amor entre pai e filhos. As planícies sendo rasgadas pelo vento forte, e o som de vento que não é real, criado em estúdio, mas que torna o filme ainda mais lírico. A direção de arte pitoresca, dando ao personagem principal um tom meio caricato, que se torna duro depois, e que finalmente acaba em demoníaco. Enfim, vale ver com muita cautela esse filme, pois não será fácil digerí-lo, como não o está sendo para mim. É um vislumbre do que possa ser a alma humana, e o pior é que me deixou assustado como poucos filmes de terror conseguiram.
Postado por
Tiago
às
16:50
0
comentários
Estranho. Mas muito bom. No início o filme parece um comercial (a introdução do seriado Dexter claramente copiou a introdução desse filme), onde Patrick Bateman, o protagonista, nos explica, em Voice Over, seus cuidados com a própria aparência (com uma voz bem de comercial mesmo). Mais tarde, quando Bateman se encontra com os amigos, o equadramento utilizado é muito esquisito. Não sei se foi de propósito, mas os olhos dos personagens ficam bem no meio da tela, e não no primeiro terço, dando um "teto" gigantesco e posicionando a cabeça dos atores exatamente no meio da tela. O roteiro é fenomenal. Apesar de eu não gostar muido de V.O., nesse filme ficou parecendo, além de publicidade, uma terceira pessoa, ou talvez a consciência do protagonista, conversando com ele mesmo. A direção é um pouco experimental, mas do mesmo jeito que causa um certo estranhamento nos planos escolhidos, nos sentimos dragados para dentro da mente de um homem insano. A direção de arte faz um trabalho fenomenal, hiper colorido, retratando os costumes e a moda da sociedade oitentista (época em que se passa o filme). A edição talvez seja o que o filme tem de mais clássico. Sem experimentalismo, cortes secos, e só. A trilha sonora chega a ser engraçada: Erasure, Whitney, e outras modas dos 80´s. Se forem assistir pela primeira vez ou se forem reassistir, prestem atenção na interpretação de Christian Bale quando ele vê os cartões pessoais melhores que o dele, e quando ele resolve contar tudo para o seu advogado. MUITO BOAS. Só uma curiosidade: Christian Bale = Patrick Bateman... "Bateman"... Batman... AUhiuAHiUAHUAhiUHAiUAH.
Postado por
Tiago
às
16:47
1 comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, Psicopata Americano
É inegável que ver Pacino e De Niro na tela é muito bom. Bom não é o roteiro, a direção e a edição deste filme. Totalmente previsível, o filme falha no quesito principal de qualquer obra cinematográfica: emocionar. Não se aprofunda nos sentimentos de nenhum de seus personagens. Talvez, a grande culpa disso é a falta de protagonista. O filme tem, mas simplesmente se abdica de mostrar o seu ponto de vista. Não é perda de tempo, em todo caso. Por Pacine e De Niro, vale a pena ver.
Postado por
Tiago
às
23:39
0
comentários
Marcadores: As Duas Faces da Lei, Crítica, Filmes
Postado por
Tiago
às
22:47
0
comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, Muito Além do Jardim
Olha, no meu ponto de vista, é "meia boca" (não poderia perder a piadinha né? :). A proposta era muito boa, e Barry L. Levy, o roteirista, não soube concretiza-la de forma à torná-la mais do que entretenimento. Não que precisava ser mais do que isso, o problema é que não chega nem a ser. Com os vai e vens mal feitos da trama (culpa aí tanto do roteirista quanto do diretor e editor), o filme custa à romper a barreira de 01:00h, e antes de chegar lá, cogitei até dar stop e desistir. Incomoda mesmo. Sabem porque eu prossegui? Por causa de Forrest Whitaker. É o único dos atores que mantém uma atuação excelente do inicio ao fim. Matthew Fox (Lost) Começa regular, desliza bastante do meio até o final, mas no final, tem uma interpretação convincente, bem no finalzinho. Já Dennis Quaid aparece com interpretação notável no início do filme (o que me fez acreditar que veria nele um personagem forte, mas com as firulas mal feitas do roteiro não consegui visualizar isso nele), porém, do meio em diante interpreta medianamente, e não convence. É claro que por ser um filme de orçamento gordo, vemos uma fotografia excelente, mas fotografias excelentes são praticamente pré requisito para um filme hollywoodiano ser lançado. Já a trilha sonora também deixa a desejar, pontuando com maestria em nenhuma vez no filme. Voltando ao assunto roteiro, há várias coisas nele que o tornam bem pouco convincente. ATENÇÃO, SPOILERS À FRENTE. QUEM NÃO GOSTA DE SABER SOBRE O FILME ANTES DE VÊ-LO DEVE PARAR DE LER POR AQUI. Uma dessas pontas soltas é a incrível ingenuidade de colocar um "terrorista" DENTRO da Agencia de Segurança Nacional americana??? Conta outra... ok, eu conto: dirigir um carro em alta velocidade pelas ruas engarrafadas e estreitas da Espanha e falando ao celular simultaneamente??? Conta outra... ok, eu conto: Sequestrar o irmão de um agente secreto hiper treinado e obriga-lo à invadir o prédio em que o presidente dos EUA está hospedado? Seria mais fácil descobrir onde o irmão dele estava, resgatá-lo e matar todo mundo não? Conta outra... ok, eu conto: o filme termina com um Deus ex Machina horroroso, blargh... pra quem não sabe o que é Deus ex Machina, vai o link pro wikipedia que explica. É isso.
Postado por
Tiago
às
22:42
0
comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, Ponto de Vista
Postado por
Tiago
às
06:38
3
comentários
Postado por
Tiago
às
06:33
1 comentários
Um clássico. É uma vergonha que não o tenha visto até agora. Mas valeu a espera. Pude vê-lo mais maduro, mais preparado, mais entendido. E o que posso dizer? Perfeito. Martin Scorcese acerta não só no que é o trabalho dele, que é contar a estória da maneira mais clara possível. Ele faz isso e extrapola com os limites estéticos. Ele acerta até em sua pequena participação no filme como ator. Ele acerta nos créditos. Ele acerta com De Niro. Com Jodie Foster. Com Harve Keitel. Ele acerta com Cybill Shepherd. Em seguida, todos os atores acertam, o fotógrafo acerta, o diretor de arte acerta, editor, TODOS. Um filme 100%. Não há nada a se melhorar nele. Absolutamente nada. O protagonista Travis Bickle, um veterano do Vietnam, escreve um diário esquisito. Me pareceu aquelas terapias que os psicólogos passam para pessoas transtornadas, principalmente veteranos. Ele começa à enlouquecer, e nós, espectadores, joguetes na mão de Scorcese, vamos ficando cada vez mais loucos como ele. Nós acreditamos em todas as baboseiras que ele fala, e no final, nos parece fazer sentido ele chegar atirando em todo mundo, com um corte punk de cabelo, armas escondidas, e uma dose gigantesca de coragem (leia-se loucura). Faz sentido, e nos mostra como todos estamos vulneráveis à esta entidade, a loucura. Erasmo de Rotterdam se orgulharia desse filme, tanto quanto a mãe do Scorcese. Vejam.
Postado por
Tiago
às
04:23
1 comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, Taxi Driver
Eu não sei se o filme é totalmente despretensioso, ou se é o contrário, prepotente e exagerado. Tirando de lado o que é que o louco do roteirista estava pensando quando escreveu o roteiro desse filme, vou me ater aos fatos. O filme é muito divertido. Sério. É divertidíssimo. A estória se passa em 2035, num futuro não muito diferente dos dias de hoje, flerta com uma época pós-apocaliptica num cenário onde um vírus destruiu a civilização, e nesse mesmo espaço, onde a epidemia foi contida (Escócia), temos outra facção de sobreviventes que vivem num estado medieval (com roupas medievais, armas e armaduras). Ou seja, no mesmo filme, um cenário futurista, um pós-apocalíptico e outro medieval (sem viajem no tempo). É engraçado como poucos filmes de comédia hoje em dia conseguem ser. Sem comentar o roteiro (deixo para vocês serem os juízes), a direção é boa e concisa. A edição derrapa em apenas uma parte do filme, onde deveria ter dado menos tempo (ao "show" do personagem Sol). Direção de arte FODA, fotografia e edição de som idem. O que é horrorosa é a trilha sonora. Ruim pacas. Mas vale a pena conferir (pra quem gosta de blockbusters sem pé nem cabeça) já que sua protagonista é Rhona Mitra. Gata pra caramba.
Postado por
Tiago
às
16:11
0
comentários
AHH. Eu não aguento mais esse filme. Vou me suicidar.
Postado por
Tiago
às
08:32
0
comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, Os Vivos e os Mortos
Postado por
Tiago
às
04:15
0
comentários
Marcadores: Assalto à 13º D.P., Crítica, Filmes
Seria uma constante nos filmes ingleses de ação, uma tendência passageira, ou apenas coincidências? Os dois filmes do título são excelentes. Tem direção excelente, Matthew Vaughn e Guy Ritchie respectivamente, fotografia excelente, edição mais excelente ainda, trilha sonora "invocada" e excelente, interpretações excelentes, mas ambos tem algo que me deixa puto: não finalizam a estória. Poxa (pra não usar a palavra porra... ah, foda-se...). Porra, uma estória tem que ter: início, meio e fim (não necessáriamente nessa ordem, poderiam gritar os editores apressadinhos por aí). Mas todas tem (repetindo): INÍCIO, MEIO E ---> FIM <---. Poxa... desculpe novamente. Porra, o filme "História sem Fim" já foi feito, e por incrível que parece, tinha: INÍCIO, MEIO E -----------> FIM <-----------. É interessante procurar ser original, deixar uma pulga atrás da orelha, brincar com os espectadores? Sim. Mas poxa... Mas porra, a estória tem que ter... (ok, já ficou chato). Em Nem Tudo é o que Parece (Layer Cake), eu queria inaugurar a sessão do blog "Os melhores finais de filme!", mas infelizmente, ele vai inaugurar a sessão "Os piores finais de filme". Tudo por causa de dois minutos. Se o filme tivesse acabado dois minutos antes, seria com certeza um dos melhores finais de filme de todos os tempos. Porém, alguém (não vou dizer se foi o roteirista, o diretor ou o editor que falhou) resolveu ferrar com tudo. O personagem principal passa o filme inteiro construindo uma mitologia (muito boa), mas no final, ela simplesmente é destruída. Isso, sem contar que o filme não tem fim. Depois de cagar com a mitologia do personagem, ou seja, mostrar o que deveria ter sido cortado ou pelo diretor ou pelo roteirista, resolveram também não mostrar o desfecho, o que realmente acontece com o personagem. Isso pra mim é punhetagem. É também o mesmo problema de Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (além do nome gigantesco, que até hoje não havia decorado, e que depois de hoje, não faço questão de decorar). Acaba o filme, mas não mostra o que acontece. Só faz menção. Enfim: se querem inovar, que façam isso de uma boa maneira. Ambos os filmes teriam ficado melhores pra mim se tivessem sido finalizados, e acredito que ninguém no mundo diria o contrário: que o filme deveria sim terminar cinco segundos antes, para não mostrar um desfecho verdadeiro.
Postado por
Tiago
às
20:54
3
comentários
Marcadores: Crítica, Filmes, Layer Cake
É o maior conto sobre Cristo já produzido pelo cinema, e nem ao menos Ele é o protagonista. Essa é a força que esse filme tem. O segundo maior épico já produzido (todo mundo sabe que meu filme favorito é O Senhor dos Anéis), Ben Hur é daqueles filmes que ganham 11 Oscar, mas que você tem a certeza de que deveriam ter ganho todos. Eu só não chorei mais nesse filme que no O Senhor dos Anéis, e mesmo assim, me sinto desidratado AIuhIAuHIAUH. Quem não viu, veja.
Postado por
Tiago
às
05:26
0
comentários
Postado por
Tiago
às
08:04
0
comentários
Marcadores: Crítica, Erik o Viking, Filmes