2011
Passou batido... só postando antes que 2012 passe batido tb AuhAiHAiUAh....
Compromisso com o entretenimento.
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Tiago
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Tiago
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Tiago
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Todo prazo é curto
Toda mentira, fato
Nenhum verbo, ato
Toda certeza, dúbia.
Qualquer caneta falha
Todo espelho mente
Minh'alma sente
Todo olhar frases.
Todo teto é estranho
Nenhuma casa é lar
Todo acerto errar
Apostar é sempre perder.
Toda esperança finada
E eu vivo e torto
Melhor eu morto
Que a vida eterna
Amém.
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Tiago
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Marcadores: Humor, Mulheres Bonitas, Opinião, Texto
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Marcadores: Acho que estou apaixonado, Música, Vídeos
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Marcadores: Massive Atack, Música, Teardrop, Vídeos
Uma montagem bem bacana de um dos clássicos do Led.
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Marcadores: Led Zeppelin, Música, Vídeos
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Marcadores: Música, Opeth, Porquê eu sempre volto para as mesmas bandas?
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Marcadores: Flávia Muniz, Música, Os Noturnos, Sisters of Mercy, Temple of Love, Vampiros
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Marcadores: Lamb of God, Metal, Música, Porquê eu sempre volto para as mesmas bandas?
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Marcadores: Crítica, Filmes, The Midnight Meat Train
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Uma obra magnífica. Talvez uma das mais míticas e misteriosas. A primeira guerra, onde os sons característicos são substituidos pela trilha sonora é uma pintura. As interpretações exageradas só fazem nos transportar mais ainda pra esse mundo que Akira Kurosawa criou que não é nem Japão, nem Inglaterra (RAN é baseado na obra Rei Lear de Shakespeare), nem sequer faz parte da Terra. Um mundo mítico de uma dimensão paralela, onde a maldição de uma órfã é mais poderosa que o amor entre pai e filhos. As planícies sendo rasgadas pelo vento forte, e o som de vento que não é real, criado em estúdio, mas que torna o filme ainda mais lírico. A direção de arte pitoresca, dando ao personagem principal um tom meio caricato, que se torna duro depois, e que finalmente acaba em demoníaco. Enfim, vale ver com muita cautela esse filme, pois não será fácil digerí-lo, como não o está sendo para mim. É um vislumbre do que possa ser a alma humana, e o pior é que me deixou assustado como poucos filmes de terror conseguiram.
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Estranho. Mas muito bom. No início o filme parece um comercial (a introdução do seriado Dexter claramente copiou a introdução desse filme), onde Patrick Bateman, o protagonista, nos explica, em Voice Over, seus cuidados com a própria aparência (com uma voz bem de comercial mesmo). Mais tarde, quando Bateman se encontra com os amigos, o equadramento utilizado é muito esquisito. Não sei se foi de propósito, mas os olhos dos personagens ficam bem no meio da tela, e não no primeiro terço, dando um "teto" gigantesco e posicionando a cabeça dos atores exatamente no meio da tela. O roteiro é fenomenal. Apesar de eu não gostar muido de V.O., nesse filme ficou parecendo, além de publicidade, uma terceira pessoa, ou talvez a consciência do protagonista, conversando com ele mesmo. A direção é um pouco experimental, mas do mesmo jeito que causa um certo estranhamento nos planos escolhidos, nos sentimos dragados para dentro da mente de um homem insano. A direção de arte faz um trabalho fenomenal, hiper colorido, retratando os costumes e a moda da sociedade oitentista (época em que se passa o filme). A edição talvez seja o que o filme tem de mais clássico. Sem experimentalismo, cortes secos, e só. A trilha sonora chega a ser engraçada: Erasure, Whitney, e outras modas dos 80´s. Se forem assistir pela primeira vez ou se forem reassistir, prestem atenção na interpretação de Christian Bale quando ele vê os cartões pessoais melhores que o dele, e quando ele resolve contar tudo para o seu advogado. MUITO BOAS. Só uma curiosidade: Christian Bale = Patrick Bateman... "Bateman"... Batman... AUhiuAHiUAHUAhiUHAiUAH.
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Marcadores: Crítica, Filmes, Psicopata Americano
É inegável que ver Pacino e De Niro na tela é muito bom. Bom não é o roteiro, a direção e a edição deste filme. Totalmente previsível, o filme falha no quesito principal de qualquer obra cinematográfica: emocionar. Não se aprofunda nos sentimentos de nenhum de seus personagens. Talvez, a grande culpa disso é a falta de protagonista. O filme tem, mas simplesmente se abdica de mostrar o seu ponto de vista. Não é perda de tempo, em todo caso. Por Pacine e De Niro, vale a pena ver.
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Marcadores: As Duas Faces da Lei, Crítica, Filmes
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Marcadores: Crítica, Filmes, Muito Além do Jardim
Olha, no meu ponto de vista, é "meia boca" (não poderia perder a piadinha né? :). A proposta era muito boa, e Barry L. Levy, o roteirista, não soube concretiza-la de forma à torná-la mais do que entretenimento. Não que precisava ser mais do que isso, o problema é que não chega nem a ser. Com os vai e vens mal feitos da trama (culpa aí tanto do roteirista quanto do diretor e editor), o filme custa à romper a barreira de 01:00h, e antes de chegar lá, cogitei até dar stop e desistir. Incomoda mesmo. Sabem porque eu prossegui? Por causa de Forrest Whitaker. É o único dos atores que mantém uma atuação excelente do inicio ao fim. Matthew Fox (Lost) Começa regular, desliza bastante do meio até o final, mas no final, tem uma interpretação convincente, bem no finalzinho. Já Dennis Quaid aparece com interpretação notável no início do filme (o que me fez acreditar que veria nele um personagem forte, mas com as firulas mal feitas do roteiro não consegui visualizar isso nele), porém, do meio em diante interpreta medianamente, e não convence. É claro que por ser um filme de orçamento gordo, vemos uma fotografia excelente, mas fotografias excelentes são praticamente pré requisito para um filme hollywoodiano ser lançado. Já a trilha sonora também deixa a desejar, pontuando com maestria em nenhuma vez no filme. Voltando ao assunto roteiro, há várias coisas nele que o tornam bem pouco convincente. ATENÇÃO, SPOILERS À FRENTE. QUEM NÃO GOSTA DE SABER SOBRE O FILME ANTES DE VÊ-LO DEVE PARAR DE LER POR AQUI. Uma dessas pontas soltas é a incrível ingenuidade de colocar um "terrorista" DENTRO da Agencia de Segurança Nacional americana??? Conta outra... ok, eu conto: dirigir um carro em alta velocidade pelas ruas engarrafadas e estreitas da Espanha e falando ao celular simultaneamente??? Conta outra... ok, eu conto: Sequestrar o irmão de um agente secreto hiper treinado e obriga-lo à invadir o prédio em que o presidente dos EUA está hospedado? Seria mais fácil descobrir onde o irmão dele estava, resgatá-lo e matar todo mundo não? Conta outra... ok, eu conto: o filme termina com um Deus ex Machina horroroso, blargh... pra quem não sabe o que é Deus ex Machina, vai o link pro wikipedia que explica. É isso.
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Tiago
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Marcadores: Crítica, Filmes, Ponto de Vista