terça-feira, 9 de dezembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
The Midnight Meat Train
Enfim, faltou uma pegada forte. O diretor Ryûhei Kitamura não tem lá um grande curriculum, principalmente no gênero que o filme se propõe. E fica ainda mais evidente a escolha errada quando sabemos que o roteiro é adaptado de um conto de Clive Barker. Merecia um tratamento melhor. Mas não me entendam mal: o filme não é ruim, mas poderia ter sido melhor. Muito melhor.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Hancock
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Tiago
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RAN
Uma obra magnífica. Talvez uma das mais míticas e misteriosas. A primeira guerra, onde os sons característicos são substituidos pela trilha sonora é uma pintura. As interpretações exageradas só fazem nos transportar mais ainda pra esse mundo que Akira Kurosawa criou que não é nem Japão, nem Inglaterra (RAN é baseado na obra Rei Lear de Shakespeare), nem sequer faz parte da Terra. Um mundo mítico de uma dimensão paralela, onde a maldição de uma órfã é mais poderosa que o amor entre pai e filhos. As planícies sendo rasgadas pelo vento forte, e o som de vento que não é real, criado em estúdio, mas que torna o filme ainda mais lírico. A direção de arte pitoresca, dando ao personagem principal um tom meio caricato, que se torna duro depois, e que finalmente acaba em demoníaco. Enfim, vale ver com muita cautela esse filme, pois não será fácil digerí-lo, como não o está sendo para mim. É um vislumbre do que possa ser a alma humana, e o pior é que me deixou assustado como poucos filmes de terror conseguiram.
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Psicopata Americano
Estranho. Mas muito bom. No início o filme parece um comercial (a introdução do seriado Dexter claramente copiou a introdução desse filme), onde Patrick Bateman, o protagonista, nos explica, em Voice Over, seus cuidados com a própria aparência (com uma voz bem de comercial mesmo). Mais tarde, quando Bateman se encontra com os amigos, o equadramento utilizado é muito esquisito. Não sei se foi de propósito, mas os olhos dos personagens ficam bem no meio da tela, e não no primeiro terço, dando um "teto" gigantesco e posicionando a cabeça dos atores exatamente no meio da tela. O roteiro é fenomenal. Apesar de eu não gostar muido de V.O., nesse filme ficou parecendo, além de publicidade, uma terceira pessoa, ou talvez a consciência do protagonista, conversando com ele mesmo. A direção é um pouco experimental, mas do mesmo jeito que causa um certo estranhamento nos planos escolhidos, nos sentimos dragados para dentro da mente de um homem insano. A direção de arte faz um trabalho fenomenal, hiper colorido, retratando os costumes e a moda da sociedade oitentista (época em que se passa o filme). A edição talvez seja o que o filme tem de mais clássico. Sem experimentalismo, cortes secos, e só. A trilha sonora chega a ser engraçada: Erasure, Whitney, e outras modas dos 80´s. Se forem assistir pela primeira vez ou se forem reassistir, prestem atenção na interpretação de Christian Bale quando ele vê os cartões pessoais melhores que o dele, e quando ele resolve contar tudo para o seu advogado. MUITO BOAS. Só uma curiosidade: Christian Bale = Patrick Bateman... "Bateman"... Batman... AUhiuAHiUAHUAhiUHAiUAH.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
As Duas Faces da Lei
É inegável que ver Pacino e De Niro na tela é muito bom. Bom não é o roteiro, a direção e a edição deste filme. Totalmente previsível, o filme falha no quesito principal de qualquer obra cinematográfica: emocionar. Não se aprofunda nos sentimentos de nenhum de seus personagens. Talvez, a grande culpa disso é a falta de protagonista. O filme tem, mas simplesmente se abdica de mostrar o seu ponto de vista. Não é perda de tempo, em todo caso. Por Pacine e De Niro, vale a pena ver.
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Muito Além do Jardim
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Ponto de Vista
Olha, no meu ponto de vista, é "meia boca" (não poderia perder a piadinha né? :). A proposta era muito boa, e Barry L. Levy, o roteirista, não soube concretiza-la de forma à torná-la mais do que entretenimento. Não que precisava ser mais do que isso, o problema é que não chega nem a ser. Com os vai e vens mal feitos da trama (culpa aí tanto do roteirista quanto do diretor e editor), o filme custa à romper a barreira de 01:00h, e antes de chegar lá, cogitei até dar stop e desistir. Incomoda mesmo. Sabem porque eu prossegui? Por causa de Forrest Whitaker. É o único dos atores que mantém uma atuação excelente do inicio ao fim. Matthew Fox (Lost) Começa regular, desliza bastante do meio até o final, mas no final, tem uma interpretação convincente, bem no finalzinho. Já Dennis Quaid aparece com interpretação notável no início do filme (o que me fez acreditar que veria nele um personagem forte, mas com as firulas mal feitas do roteiro não consegui visualizar isso nele), porém, do meio em diante interpreta medianamente, e não convence. É claro que por ser um filme de orçamento gordo, vemos uma fotografia excelente, mas fotografias excelentes são praticamente pré requisito para um filme hollywoodiano ser lançado. Já a trilha sonora também deixa a desejar, pontuando com maestria em nenhuma vez no filme. Voltando ao assunto roteiro, há várias coisas nele que o tornam bem pouco convincente. ATENÇÃO, SPOILERS À FRENTE. QUEM NÃO GOSTA DE SABER SOBRE O FILME ANTES DE VÊ-LO DEVE PARAR DE LER POR AQUI. Uma dessas pontas soltas é a incrível ingenuidade de colocar um "terrorista" DENTRO da Agencia de Segurança Nacional americana??? Conta outra... ok, eu conto: dirigir um carro em alta velocidade pelas ruas engarrafadas e estreitas da Espanha e falando ao celular simultaneamente??? Conta outra... ok, eu conto: Sequestrar o irmão de um agente secreto hiper treinado e obriga-lo à invadir o prédio em que o presidente dos EUA está hospedado? Seria mais fácil descobrir onde o irmão dele estava, resgatá-lo e matar todo mundo não? Conta outra... ok, eu conto: o filme termina com um Deus ex Machina horroroso, blargh... pra quem não sabe o que é Deus ex Machina, vai o link pro wikipedia que explica. É isso.http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus_ex_machina
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Samurai
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Mongol
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domingo, 28 de setembro de 2008
Taxi Driver
Um clássico. É uma vergonha que não o tenha visto até agora. Mas valeu a espera. Pude vê-lo mais maduro, mais preparado, mais entendido. E o que posso dizer? Perfeito. Martin Scorcese acerta não só no que é o trabalho dele, que é contar a estória da maneira mais clara possível. Ele faz isso e extrapola com os limites estéticos. Ele acerta até em sua pequena participação no filme como ator. Ele acerta nos créditos. Ele acerta com De Niro. Com Jodie Foster. Com Harve Keitel. Ele acerta com Cybill Shepherd. Em seguida, todos os atores acertam, o fotógrafo acerta, o diretor de arte acerta, editor, TODOS. Um filme 100%. Não há nada a se melhorar nele. Absolutamente nada. O protagonista Travis Bickle, um veterano do Vietnam, escreve um diário esquisito. Me pareceu aquelas terapias que os psicólogos passam para pessoas transtornadas, principalmente veteranos. Ele começa à enlouquecer, e nós, espectadores, joguetes na mão de Scorcese, vamos ficando cada vez mais loucos como ele. Nós acreditamos em todas as baboseiras que ele fala, e no final, nos parece fazer sentido ele chegar atirando em todo mundo, com um corte punk de cabelo, armas escondidas, e uma dose gigantesca de coragem (leia-se loucura). Faz sentido, e nos mostra como todos estamos vulneráveis à esta entidade, a loucura. Erasmo de Rotterdam se orgulharia desse filme, tanto quanto a mãe do Scorcese. Vejam.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Doomsday
Eu não sei se o filme é totalmente despretensioso, ou se é o contrário, prepotente e exagerado. Tirando de lado o que é que o louco do roteirista estava pensando quando escreveu o roteiro desse filme, vou me ater aos fatos. O filme é muito divertido. Sério. É divertidíssimo. A estória se passa em 2035, num futuro não muito diferente dos dias de hoje, flerta com uma época pós-apocaliptica num cenário onde um vírus destruiu a civilização, e nesse mesmo espaço, onde a epidemia foi contida (Escócia), temos outra facção de sobreviventes que vivem num estado medieval (com roupas medievais, armas e armaduras). Ou seja, no mesmo filme, um cenário futurista, um pós-apocalíptico e outro medieval (sem viajem no tempo). É engraçado como poucos filmes de comédia hoje em dia conseguem ser. Sem comentar o roteiro (deixo para vocês serem os juízes), a direção é boa e concisa. A edição derrapa em apenas uma parte do filme, onde deveria ter dado menos tempo (ao "show" do personagem Sol). Direção de arte FODA, fotografia e edição de som idem. O que é horrorosa é a trilha sonora. Ruim pacas. Mas vale a pena conferir (pra quem gosta de blockbusters sem pé nem cabeça) já que sua protagonista é Rhona Mitra. Gata pra caramba.
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Os Vivos e os Mortos
AHH. Eu não aguento mais esse filme. Vou me suicidar.
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sábado, 30 de agosto de 2008
Assalto à 13º D.P
Levante o dedo aí de quem está um pouco cansado da narrativa perfeitinha de Hollywood? o/ ... Bem... o que os filmes tem em comum? Apenas a essência: os policiais de um departamento de policia que acaba de ser fechado tem que se unir em armas com os detentos para ambos os lados lutarem por suas vidas, ameaçadas por uma força exterior. O que eles tem de diferente? O porquê. No filme de John Carpenter, o vilão não é uma pessoa, mas uma entidade. Uma força caótica que vai de encontro aos interesses dos protagonistas da estória (sobreviver). Não tem rosto, não tem passado, não tem um porquê. Se traduz no aspecto de uma gangue, mas poderia ser qualquer outra coisa: zumbis, animais enfurecidos, vampiros, demônios, qualquer coisa. Na refilmagem, o roteiro de James DeMonaco segue os padrões da indústria cinematográfica americana, e dá cara, passado e "porquê" para o antagonista, e transforma-o em um vilão propriamente dito, encarnado por Gabriel Byrne. O roteiro de DeMonaco também dá mais informações sobre o anti-herói Marion Bishop (Laurence Fishburne), mas com isso, o transforma em um ser mais raso. No original, o anti-herói é mais forte, tem mais presença. Nesse aspecto, podemos dizer que o roteiro de John Carpenter é menos maniqueísta que o do DeMonaco. Porém, o original é um low-budget (baixo orçamento) e o novo, dirigido por Jean-François Richet, teve um orçamento gordo e recheado, e tem, óbviamente melhor foto, som e efeitos especiais. Mas se me perguntarem qual eu mais gostei, eu diria que o do John fica um pouquinho na frente do novo.
Voltando ao assunto do vilão redondinho, com passado e porquês, lembrei agora de outro filme que me agradou justamente por quebrar esse paradigma hollywoodiano (me agradou por outros motivos também, mas esse principalmente): o que muita gente acha um lixo Cloverfield. No filme, não há sequer UMA tentativa de explicar o que diabos é aquele monstrengo horroroso do tamanho de um arranhacéu, que chega destruindo tudo em seu caminho. Não há porque não precisa. A estória não é sobre ele!!! Ele tem que estar lá, cumprir o seu papel (impor o conflito para o protagonista), e ir embora... nada mais. :)
Ps.: Outra coisa que me desagradou na refilmagem é outro vício das decupagens hollywoodianas: o filme começa com uma cena super manjada de "policial infiltrado que acaba com a morte do parceiro no parque" (quantas vezes já não vimos isso?), o que leva ele à se tornar um alcoólatra (pq sempre tem que haver um motivo para um personagem gostar da cachaça além do óbvio gosto pela birita), e termina com um GPG (Grande Plano Geral) sem sentido algum, mostrando a grande preocupação do diretor em encerrar a estória (ah, coloca uma imagem da cidade ae, fade out e os créditos). Final meio fraco viu...
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Tiago
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Nem Tudo é o que Parece x Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes
Seria uma constante nos filmes ingleses de ação, uma tendência passageira, ou apenas coincidências? Os dois filmes do título são excelentes. Tem direção excelente, Matthew Vaughn e Guy Ritchie respectivamente, fotografia excelente, edição mais excelente ainda, trilha sonora "invocada" e excelente, interpretações excelentes, mas ambos tem algo que me deixa puto: não finalizam a estória. Poxa (pra não usar a palavra porra... ah, foda-se...). Porra, uma estória tem que ter: início, meio e fim (não necessáriamente nessa ordem, poderiam gritar os editores apressadinhos por aí). Mas todas tem (repetindo): INÍCIO, MEIO E ---> FIM <---. Poxa... desculpe novamente. Porra, o filme "História sem Fim" já foi feito, e por incrível que parece, tinha: INÍCIO, MEIO E -----------> FIM <-----------. É interessante procurar ser original, deixar uma pulga atrás da orelha, brincar com os espectadores? Sim. Mas poxa... Mas porra, a estória tem que ter... (ok, já ficou chato). Em Nem Tudo é o que Parece (Layer Cake), eu queria inaugurar a sessão do blog "Os melhores finais de filme!", mas infelizmente, ele vai inaugurar a sessão "Os piores finais de filme". Tudo por causa de dois minutos. Se o filme tivesse acabado dois minutos antes, seria com certeza um dos melhores finais de filme de todos os tempos. Porém, alguém (não vou dizer se foi o roteirista, o diretor ou o editor que falhou) resolveu ferrar com tudo. O personagem principal passa o filme inteiro construindo uma mitologia (muito boa), mas no final, ela simplesmente é destruída. Isso, sem contar que o filme não tem fim. Depois de cagar com a mitologia do personagem, ou seja, mostrar o que deveria ter sido cortado ou pelo diretor ou pelo roteirista, resolveram também não mostrar o desfecho, o que realmente acontece com o personagem. Isso pra mim é punhetagem. É também o mesmo problema de Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (além do nome gigantesco, que até hoje não havia decorado, e que depois de hoje, não faço questão de decorar). Acaba o filme, mas não mostra o que acontece. Só faz menção. Enfim: se querem inovar, que façam isso de uma boa maneira. Ambos os filmes teriam ficado melhores pra mim se tivessem sido finalizados, e acredito que ninguém no mundo diria o contrário: que o filme deveria sim terminar cinco segundos antes, para não mostrar um desfecho verdadeiro.Ps.: o que eu quero dizer final é final mesmo, não a menção de um final. Vejam os filmes (não são de forma alguma perda de tempo... só não recomendo para aqueles como eu que são meio ranzinzas, ou ficarão tão bravo quanto eu) e depois comentem. Vejam se concordam comigo.
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
Ben Hur
É o maior conto sobre Cristo já produzido pelo cinema, e nem ao menos Ele é o protagonista. Essa é a força que esse filme tem. O segundo maior épico já produzido (todo mundo sabe que meu filme favorito é O Senhor dos Anéis), Ben Hur é daqueles filmes que ganham 11 Oscar, mas que você tem a certeza de que deveriam ter ganho todos. Eu só não chorei mais nesse filme que no O Senhor dos Anéis, e mesmo assim, me sinto desidratado AIuhIAuHIAUH. Quem não viu, veja.
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domingo, 10 de agosto de 2008
Agora sim! A volta dos que não foram!
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=hyPR3w751JE
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0097289/
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sábado, 30 de junho de 2007
O Retorno
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Tiago
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domingo, 24 de junho de 2007
Melhor Impossível
Valendo...
Oscar de melhor ator para Jack Nicholson
Oscar de melhor atriz para Helen Hunt
( Isso foi o que ganhou )
Concorreu nas categorias:
Melhor ator coadjuvante para Greg Kinnear
Melhor roteiro original, melhor edição, melhor música, melhor filme. FIM.
Acabou a crítica. O que acharam? Não me superei no poder de síntese dessa vez? Se querem mais uma demonstração do meu poder de síntese, lá vai:
O nome do filme é realmente seu maior elogio.
Para os mais lerdos, o filme é "melhor impossível". Entendeu? Entendeu?
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Tiago
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